Ouça mais, fale menos!

March 27, 2016

Cansei de ter razão; agora, quero ser feliz!

Ouvi esta frase de uma colega de trabalho que, durante muito tempo, viu sua carreira paralisar, porque insistia em "convencer" os outros que suas atitudes eram as melhores, as mais corretas e as que não mereciam críticas. Vou chamá-la de Bete.

 

Antes de Bete chegar no ponto de reconhecer a necessidade de uma mudança pessoal, ela criou e viveu várias situações de conflito, onde o principal motivo, a fonte dos desentendimentos era ela mesma, por sua falsa sensação de que a razão, a certeza de tudo estava sempre com ela. Ela acreditava tanto nisso que era quase impossível ter um diálogo sem ouví-la dizer, por exemplo: “eu discordo de você”, “o problema, não sou eu”, “você está errado”.

 

Mas o perfil de Bete está longe de ser uma raridade nas organizações. Na verdade, comportamentos como os dela são vistos, em maior ou menor grau, praticamente em todos os níveis hierárquicos.

 

Em seu momento, talvez, mais desgastante, profissionalmente falando, tive a oportunidade de me aproximar de Bete, quando ela me perguntou: Gilson, o que eu faço? Eu olhei bem para ela, para que não desviasse sequer um segundo do seu foco de mim, e disse com muita clareza: Bete, fale menos e ouça mais!

 

Há muitas, mas muitas pessoas mesmo nas organizações que não dão espaço nem a importância devida à habilidade de OUVIR, e pensam que serão mais valorizadas se FALAREM o tempo todo.

 

Deixe-me afirmar o seguinte: saber OUVIR e aprender por meio desta habilidade é uma das competências mais importantes para o sucesso da sua carreira. E em muitos casos é o principal diferencial para se atingir este sucesso!

 

Quando foi a última vez que você pediu FEEDBACK para outras pessoas sobre você? O que você fez com as infomações que recebeu? Qual a real importância que você dá para o processo de FEEDBACK?

 

Dados mostram que 8 em cada 10 profissionais reconhecem uma das três situações:

  1. Não sabem como receber feedback

  2. Não querem receber feedback, por isso não pedem (desacreditam que outras pessoas possam realmente ajudar considerando-se autossuficientes, ou,  preferem não encarar o potencial desconforto emocional inerente ao processo)

  3. Depois que recebem o feedback, não usam as informações para promover mudanças efetivas

Bem, a solução para Bete foi, primeiro, ela reconhecer que não dava para viver em grupo, não dava para produzir em time, acreditando que a única pessoa certa e coerente era ela própria.

 

Depois, ela teve de aprender a receber FEEDBACK das pessoas com quem convivia para conhecer, de verdade, quais eram seus pontos fortes e os comportamentos que estavam prejudicando os seus relacionamentos e a sua carreira.

 

Lembre-se: O seu desenvolvimento pessoal é resultado de um trabalho em equipe!

 

Vamos então às três dicas:

 

Diferente dos textos anteriores, hoje vou dar apenaqs uma dica, mas que acredito que valha por três: Saiba mais sobre o tema acessando o seguinte link e faça o download do meu e-book os “6 Passos para receber FEEDBACK e impulsionar sua carreira (e sua vida pessoal também)”. Ele é gratuito, mas por um tempo limitado.

 

Uma frase para reflexão:

 

“Todos nós precisamos de pessoas que nos deem feedback. É desta forma que podemos ser pessoas melhores.”
Bill Gates

 

Sucesso para você!

 

Gilson Filho

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© 2018 by Gilson Filho

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